Sua Cidade Online - Itens filtrados por data: Quarta, 03 Abril 2019

As exportações brasileiras de milho por Paranaguá (PR) devem subir acentuadamente em abril e maio, quando os embarques de soja costumam prevalecer no segundo maior porto do país, disse um exportador à Reuters nesta segunda-feira

Os exportadores de milho fecharam acordos para embarcar pelo menos 800 mil toneladas durante esses dois meses, em comparação com nada em 2018, de acordo com o exportador e dados compilados pela Associação Nacional dos Exportadores de Cereais (Anec).

"Tais volumes de exportação de milho nesta época do ano são atípicos", disse Frederico Humberg, fundador da trading de commodities AgriBrasil.

Os fatores que impulsionam os embarques incluem a concorrência das exportações de soja dos Estados Unidos, que prejudicaram a demanda pela oleaginosas brasileira e abriram caminho para as exportações de milho, disse Humberg.

De acordo com a Anec, o Brasil exportou 3,4 milhões de toneladas de soja de Paranaguá em abril-maio ??de 2018, em comparação com nenhuma remessa de milho no período.

Humberg disse que outro fator que impulsiona as exportações de milho é a necessidade de liberar espaço de armazenamento para acomodar a segunda safra de milho, a ser colhida em meados do ano.

Depois de falar com os operadores portuários de Paranaguá na semana passada, Humberg disse estimar que as exportações de milho devem chegar a até 1 milhão de toneladas em abril-maio, já que novos compromissos de embarque estão prontos para serem feitos.

Se confirmados, os volumes de exportação de milho de Paranaguá em dois meses corresponderiam ao total do ano passado daquele porto, segundo dados da Anec. A empresa de Humberg enviará 120 mil toneladas em dois navios em abril e maio.

A situação ilustra como a disputa comercial que coloca os Estados Unidos contra a China está afetando os fluxos de comércio, já que a maior parte das exportações brasileiras de milho é normalmente despachada no segundo semestre do ano.

Cerca de 558.300 toneladas de soja serão embarcadas de Paranaguá até o dia 10 de abril, segundo dados da agência de navegação Williams. Não há dados disponíveis para maio.

Em 2018, os dados da Williams mostram que as exportações de soja por Paranaguá somaram 1,96 milhão de toneladas em abril e de 1,34 milhão de toneladas em maio.

"No ano passado, o Brasil estava praticamente sozinho no mercado de exportação de soja", disse o diretor-geral da Anec, Sérgio Mendes, à Reuters por telefone.

O governo prevê que as exportações de milho do Brasil aumentem em 25,5 por cento, para 31 milhões de toneladas nesta temporada.

Depois de uma seca em 2018, que prejudicou a safra de inverno do Brasil, a produção do chamado milho safrinha crescerá 23 por cento este ano, para 66,22 milhões de toneladas.

Fonte: Reuters

Publicado em Viagem

Comercializado a R$ 21,20 em 2010, o preço médio mensal de 1 Mbps no mercado de banda larga fixa brasileiro despencou 83,4% até 2018, fechando o ano passado com custo de R$ 3,50. As informações estão no Relatório de Acompanhamento do serviço elaborado pela assessoria técnica da Anatel e divulgado nesta segunda-feira, 25. Frente o valor médio cobrado em 2017, o indicador registrou alta de R$ 0,10, ou 2,9%.

No caso da Vivo, a diminuição do preço desde 2010 atingiu 92% ao passar de R$ 41,60 reportados pela agência para R$ 3,30 atuais – vale ressaltar que a empresa incorporou a GVT em 2015. Percentual semelhante foi verificado na Oi, na qual o custo médio mensal por Mbps caiu de R$ 34,50 para R$ 2,90 (queda de 91,5%). Já na comparação de 2018 com 2017, a Oi diminuiu seu preço em 6,4%, frente alta de 10% no valor médio do Mbps dos planos da Vivo. Para o cálculo, o mês de dezembro da cada ano foi usado como referência.

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 (Teletime/Reprodução)

Líder do mercado de banda larga fixa, o grupo América Móvil (ou Claro/Net na terminologia usada pela Anatel) surge como player que cobrou o menor valor médio em 2018: R$ 2,70 por Mbps, em queda de 10% frente 2017. Na comparação com o preço de 2010 (R$ 8,20, ou bem menor que a concorrência da época), houve queda de 67%.

No caso da TIM, a série histórica começa em 2014 e se assemelha com os números atuais: os R$ 3 da época subiram para R$ 3,10 no ano passado após atingirem R$2,30 em 2017. Já a Sercomtel derrubou seus preços em 67,4%: de R$ 16,90 em 2010 para R$ 5,50 atuais, ou o valor mais alto verificado pelo estudo da Anatel mesmo após uma redução frente 2017 (quando o Mbps médio mensal custou R$ 5,9). A agência lembra que não regula os preços do mercado de banda larga fixa, ao contrário do que ocorre na telefonia móvel.

Fonte.: Exame / Por Henrique Julião, do Teletime

Banda Larga (sxc.hu/Reprodução)

 

Publicado em Tecnologia

O Brasil caiu da 26ª posição para o 27º lugar entre os maiores exportadores do mundo, em 2018, segundo relatório anual divulgado hoje (2) pela Organização Mundial do Comércio (OMC). Entretanto, houve aumento de 10% nas vendas em comparação a 2017.

No ano passado, as exportações chegaram a US$ 239,5 bilhões, com aumento de 9,6%. As importações cresceram 19,7% ao totalizarem US$ 181,2 bilhões. O saldo da balança comercial em 2018 ficou em US$ 58,3 bilhões.

O 26º lugar foi assumido pelo Vietnã. O primeiro lugar no ranking é da China, seguida por Estados Unidos e Alemanha. O último lugar é da Indonésia, em 30º lugar.

Comércio mundial

Segundo dados preliminares da OMC, o comércio mundial cresceu 3%, em 2018, abaixo do previsto em setembro pela organização (3,9%). O resultado menor que o esperado é explicado principalmente por piora no comércio mundial, no quarto trimestre.

 

Para 2019, a previsão é crescimento de 2,6% no comércio mundial, em linha com a previsão de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB), soma de todos os bens e serviços produzidos no país, de 2,6%. Em 2020, o comércio mundial deve atingir crescimento de 3%, com previsão para o PIB em 2,6%.

 

Fonte. Exame - Agência Brasil

 

 

Publicado em Economia

Exatos três meses após a posse de Jair Bolsonaro, nesta segunda-feira, primeiro de abril, a semana começa com o presidente em viagem a Israel. Em Brasília, após longos dias de trocas de farpas entre Bolsonaro e o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), a tramitação da nova Previdência parece começar a entrar nos eixos. Cansado de esperar por uma maior proximidade e articulação política por parte do presidente para com a reforma, Maia terá um novo interlocutor, o poderoso ministro da Economia, Paulo Guedes.

Na última quinta-feira, em um encontro que parece ter marcado o fim das mais recentes tensões, o presidente da Câmara conversou com o ministro da economia e definiu que, a partir de agora, eles é quem tocarão a reforma, que já tramita na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado. O acordo veio após apelos de empresários e lideranças políticas preocupadas com a queda brusca na bolsa e com as reduções na previsão de crescimento do PIB,  provocado pelos bate-bocas públicos entre os presidentes da República e da Câmara.

Maia explicitou que o objetivo, agora, é colocar a reforma da previdência “nos trilhos” e recuperar o tempo perdido. Em contrapartida, Guedes vai ampliar sua participação na articulação política e passará a receber grupos de 15 parlamentares para discutir a aprovação da reforma e ouvir as demandas dos deputados, segundo informou o jornal O Estado de S. Paulo, numa mistura de papeis que tem preocupado articuladores experientes do Congresso. 

Afastado de sua principal meta para o início de governo, em Israel, Bolsonaro aproxima as relações diplomáticas com o primeiro-ministro do país, Benjamin Netanyahu. Ontem, anunciou a instalação de um escritório comercial brasileiro em Jerusalém, rompendo, de forma inédita, com a neutralidade do Brasil sobre os conflitos entre Israel e Palestina. Hoje, vai com Netanyahu ao Muro das Lamentações. A visita é tida por analistas políticos de Israel como uma jogada de marketing de Netanyahu, que vai às urnas no dia 9 de abril. Flávio  Bolsonaro afirma que o curioso timing da visita é uma “coincidência”. 

 

Fonte.

Por Redação EXAME

Publicado em Brasil

A Prefeitura de Ponta Grossa, por meio da Secretaria Municipal de Educação, inaugurou nesta terça (02) mais uma obra de infraestrutura para o ensino. A Escola Municipal Professor Kamal Tebcherani, no Jardim Esplanada, recebeu investimentos de R$ 1.074.811,66 para sua ampliação e reforma. Foi a 73ª inauguração de obras na Educação, desde 2013.
 
Com a ampliação da sua infraestrutura, a escola passou a atender todos os alunos em período integral. São 264 alunos do 1º ao 5º ano, que dispõem de seis horas diárias de estudo em todas as áreas de conhecimento, além de tempo de descanso, três refeições diárias e atividades lúdicas realizadas todos os dias.
 
Em seu nome, a escola homenageia Kamal Tebcherani, primeiro professor do Departamento de Química da UEPG a obter o título de mestrado, obtendo seu título no instituto de química da Universidade de Campinas, além de ter sido professor no Colégio Regente Feijó. “Não há maior homenagem para uma pessoa do que ter seu nome em uma escola, assim como não há obra mais importante, para um prefeito, do que as obras realizadas na Educação”, comentou o prefeito Marcelo Rangel. Ele também lembrou outras obras da Prefeitura para o bairro. “Aqui, na quadra ao lado, construímos e já inauguramos um CMEI. Ao lado, um Superposto de Saúde, além do campo de futebol Society. E, neste momento, também estamos pavimentando várias ruas. É um grande investimento para o bairro”, lembrou Marcelo.
 
Tatiana de Fátima Santana, mãe de Fabiana, disse que a filha está em plena evolução, frequentando a escola. “Mudou bastante coisa, para a escola e para ela. Ela está indo bem nos estudos, agora no integral. Melhora o ensino e para a família, que ela aprenda bastante. Na alimentação, em casa antes ela não comia, agora aprendeu a se alimentar. A gente vê que ela está se colocando mais, está indo para frente”, narra a mãe.
 
Nova Infraestrutura
 
A Escola possui área construída de 1.936 m2. São dez salas de aula, biblioteca, duas quadras cobertas, pátio, banheiros comuns e adaptados, saguão, louçário, sala dos professores, sala para coordenação pedagógica, sala da diretoria, lavanderia, cozinha, refeitório.

Publicado por imprensa . Prefeitura Municipal de Ponta Grossa

Rodrigo K.
Fotos: Vanderson Padilha

Publicado em Cidade

O Operário Ferroviário empatou sem gols com o Foz do Iguaçu, na tarde deste domingo (31), no Estádio do ABC, pela última rodada da primeira fase da Taça Dirceu Krüger, do Campeonato Paranaense.

Com o empate, o alvinegro encerrou o segundo turno com oito pontos e não se classificou para a semifinal. Na classificação geral da competição, somando a primeira fase das duas taças, o Operário terminou em quarto, com 17 pontos.

O Fantasma criou chances e buscou o gol durante toda a partida, mas não conseguiu balançar as redes. Nas oportunidades criadas pelo adversário, a defesa alvinegra tirou o perigo.

O Operário iniciou o jogo com Simão, Léo, Alisson, Sosa, Allan Vieira, Chicão, Índio, Jean Carlo, Cleyton, Eduardo e Bruno Batata. No segundo tempo, entraram Robinho, Lucas Batatinha e Dione para saída de Léo, Eduardo e Cleyton.

Em entrevista coletiva, o técnico Gerson Gusmão falou sobre a partida. “A gente jogou para vencer o jogo. Criamos situações e pecamos na finalização, mas lutamos até o final. Agora temos que avaliar o que aconteceu na competição. Claro que quando o resultado é ruim e a eliminação vem, é sempre complicado, mas faz parte do futebol. A gente pede desculpas ao nosso torcedor, não é isso que queríamos proporcionar a ele. Queríamos uma sequência, novas vitórias, quem sabe mais um título, mas infelizmente não foi possível”.

O alvinegro volta a campo em partida oficial no dia 26 ou 27 de abril pelo Campeonato Brasileiro da Série B. O alvinegro recebe o América-MG no Estádio Germano Krüger.

Assessoria de Imprensa – Bianca Machado
Foto: Arquivo/José Tramontin/OFEC

Publicado em Esportes


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